quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

 E outra coisa – não se esforce. Pelo menos, não tanto. Não fique ai remando contra a maré, dando murro em ponta de faca. Veja – se não fora pra ser, não vai ser. Acredite em mim. Coisa boba essa sua tentativa de ir além. E olhe, eu não estou pedindo pra você desistir não, não é isso. Eu só quero que você pense mais, que tenha argumentos melhores. 
Caio Fernando Abreu.    
Se tu ama, sofre. Se não ama, fica infeliz. 
Pé na Cova.
 —Sabe o que dói mais do que a palavra dita, menina?
—O que?
—A palavra não dita. 
C-u-i-d-a-r.
Moça, sai da sacada você é muito nova pra brincar de morrer. Me diz o que há, o que que a vida aprontou dessa vez? Venha, desce daí. Deixa eu te levar pra um café para conversar, te ouvir e tentar te convencer. Que a vida é como mãe, que faz o jantar e obriga os filhos a comer os vegetais, pois sabe que faz bem; E a morte é como pai que bate na mãe e rouba os filhos do prazer de brincar, como se não houvesse amanhã. — Supercombo.
Moça, sai da sacada você é muito nova pra brincar de morrer. Me diz o que há, o que que a vida aprontou dessa vez? Venha, desce daí. Deixa eu te levar pra um café para conversar, te ouvir e tentar te convencer. Que a vida é como mãe, que faz o jantar e obriga os filhos a comer os vegetais, pois sabe que faz bem; E a morte é como pai que bate na mãe e rouba os filhos do prazer de brincar, como se não houvesse amanhã. — Supercombo.
Moça, sai da sacada você é muito nova pra brincar de morrer. Me diz o que há, o que que a vida aprontou dessa vez? Venha, desce daí. Deixa eu te levar pra um café para conversar, te ouvir e tentar te convencer. Que a vida é como mãe, que faz o jantar e obriga os filhos a comer os vegetais, pois sabe que faz bem; E a morte é como pai que bate na mãe e rouba os filhos do prazer de brincar, como se não houvesse amanhã. — Supercombo.